Épocas natalinas, momentos de confraternização, laços e vínculos familiares maiores ( ou não ) .
Focando no assunto principal, estive recentemente na casa de meu pai, e entre algumas conversas com minha irmã, totalmente descontraídas e sem nenhuma tensão ou intenção em nossos assuntos, me deparei com a questão : " rótulos"," banalizações"," modismo" e seus derivados, de certa forma, somos um tanto que egoístas de apontarmos sempre um causa para dada circunstância. Somos quem somos e por sermos como somos nos rotulamos por nossos gostos, gestos, atitudes e afins. Deste ou disto banalizamos por usarmos desordenadamente algumas de nossas características mais distintas e "modamos" em plena sociedade por encaixarmos tais aspectos com outros que são nossos similares. NÃO é uma critica, do mais qualquer um de nós está em meio a esse laço social que nos envolve a cada passo que ousamos dar e se causamos a tal diferença, somos visados de alguma forma, isso é natural, tenho como observação o seguinte quesito somos movidos pela nossa necessidade e a isso devemos a nossa manifestação de como aceitamos ou não o que temos em campo de visão , em outras palavras, gostamos mesmo é de falar. Falamos o tempo todo de tudo quanto é informação que nos é passada e dela tiramos nosso ponto de vista, mas a falta de ter o que dizer nos faz falar , falar, falar, falar, e quanto mais falamos mas temos que ter o que dizer e na falta, abordamos assuntos similares e assim vai. Se estamos certos ou não, não sou eu que vou dizer. Entre tanto falatório, sempre preferi a opção do " relevo somente o que me convém, do mais me calo na ignorância", isso vai a assuntos extensos ou uma pequena descrição vinda de qualquer rede social, virtual, ou na própria, dita! O necessário me alivia, me capacitar ter o que pensar, me traz mais certeza nas palavras ditas sobre qualquer abordagem. Falo, mas falo pouco. Como aprendemos em ditos populares: " Deus nos concedeu, dois ouvidos, dois olhos e uma boca. " Muito sábio diga se de passagem, aproveitem o que lhe é concedido, mas aproveite da maneira certa.
A ausência, torna se mais presente quando se vem consciente dela.
Só precisei de um tempo para me dar essa certeza e estou de volta!
Um beijo,
G.F.
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